SAG-AFTRA, a união dos artistas e intérpretes, acaba de gerar uma onda de apoio ao seu projeto de lei NO FAKES, que visa enfrentar a proliferação dos deepfakes gerados por inteligência artificial. Com a assinatura de mais de 16 mil pessoas, a proposta nascia de uma preocupação crescente sobre como a tecnologia pode ser usada de forma errada, prejudicando vidas e carreiras. O presidente do SAG-AFTRA, Sean Astin, enfatizou a importância do projeto, afirmando que a falta de uma legislação robusta pode causar sérios danos pessoais. O NO FAKES Act permitiria que todas as pessoas, independentemente de sua fama, tivessem controle sobre o uso de suas vozes e imagens. A proposta foi reavivada por seus co-patrocinadores, que incluem senadores de ambos os partidos, depois de ter estagnado nas comissões do Senado no ano passado. No âmbito político, o projeto conta com o apoio de nomes como os senadores Chris Coons e Amy Klobuchar, além de parlamentares republicanos, formando uma frente unida em prol da proteção dos direitos individuais na era digital. Várias organizações também se manifestaram a favor, incluindo a AFL-CIO e grandes nomes da indústria como YouTube e IBM. Com essa iniciativa, o SAG-AFTRA busca garantir que a legislação acompanhe os avanços tecnológicos, proporcionando uma proteção necessária para todos os cidadãos, e demonstrando que, embora os deepfakes apresentem um potencial criativo, sua utilização não autorizada deve ser severamente controlada.