## Aumento do Switch 2: um balde de água fria nos gamers Se você é um entusiasta de games e estava de olho no Nintendo Switch 2, prepare o bolso, porque a notÃcia não é das mais animadoras. O console recém-lançado passou por um reajuste global de preços. E o mais chocante? De acordo com o presidente da Nintendo, Shuntaro Furukawa, o aumento ainda não foi suficiente para cobrir todos os custos crescentes de produção. É, a inflação chegou com tudo no mundo dos videogames. Nos Estados Unidos, o console ficou US$ 50 mais caro, e na Europa, o acréscimo foi de €30. Para os jogadores brasileiros, a Nintendo ainda não confirmou o valor adicional, mas é quase certo que sentiremos o impacto. Em um encontro com investidores, Furukawa optou por um tom mais cauteloso, pedindo desculpas pela inconveniência e afirmando que o reajuste poderia ter sido ainda mais salgado. A empresa, sabiamente, preferiu não afastar os consumidores e manteve um aumento que \"não abalasse\" tanto o ritmo de vendas. Para tentar equilibrar as contas, a estratégia da Nintendo é clara: fortalecer o calendário de lançamento de jogos. A ideia é adicionar mais valor agregado ao console, incentivando não apenas os atuais jogadores a continuarem investindo na plataforma, mas também atraindo novos clientes em potencial. Afinal, bons jogos exclusivos são sempre um chamariz poderoso, mesmo com o preço subindo. Vale lembrar que a Nintendo não está sozinha nessa. Gigantes como PlayStation 5 e Xbox Series X também tiveram seus preços reajustados recentemente. O vilão por trás de tudo isso? A crise de memória RAM e armazenamento, componentes que se tornaram cada vez mais escassos e caros devido ao aumento massivo do uso em servidores de inteligência artificial. Ou seja, a tecnologia de ponta, paradoxalmente, está encarecendo o entretenimento que amamos. Qual o limite para esses aumentos?